Terça-feira, 07.08.12

Nadar uma hora por dia. Fazer castelos na areia. Contar e ouvir histórias. Brincar.

Caminhar, muito. Dar colo, imenso. Descansar, cansando.

São férias. As minhas, as nossas.

As segundas... que sabem (sempre) a primeiras   :)


Arquivado em: , ,


Segunda-feira, 16.07.12

 

Vem comigo. Quero mostrar-te mais do que aquilo que conheces, e fazer-te entender, de uma vez por todas, que a vida é mais do que aquilo que os teus olhos conseguem ver.

 

******

 

Se um dia me pudesse sentar contigo, por dois segundos que fossem – tirados de um tempo que, não sendo já teu nem meu, seria por fim o “nosso” – dir-te-ia que nem tudo se mede e classifica, e que não é preciso uma tabela ou um dicionário para encontrar significado para tudo o que a vida encerra.

(a vida. um presente. o tempo presente. dois segundos que qualquer coisa que ainda não está resolvida e que, sem ser o que já foi nem o que ainda poderá ser, nos define durante um espaço e um tempo que não se voltam a repetir)


E se me pudesse sentar contigo nesse momento que seria só nosso, repetir-te-ia vezes sem conta que “o essencial é invisível aos olhos” e que, para saberes e te saberes, terás de ir mais fundo e olhar com mais atenção para tudo o que te rodeia e que – de forma mais ou menos acertada – te define e te contextualiza.

E dir-te-ia que a vida é mais do que esse conjunto de listas e categorias que adoras. Que nem tudo o que conheces e o que virás a conhecer pode ser guardado numa dessas caixas ou gavetas que carregas contigo e que te ocupam espaço, e que há coisas que, não tendo razão de ser, simplesmente são.

Deixa as listas. O que tens feito e o que ainda tens por fazer. Deixa os planos, e os esquemas, e as normas e as condutas. Deixa. Deixa-te.

Aproveita estes dois segundos de presente, tão únicos e irrepetíveis que - ainda que tu queiras e eu queira - nunca mais voltarão a acontecer. São o meu presente para ti. 
Dois segundos que te entrego e em que desapareço, para que possas ganhar espaço e tomar, como teu, o tempo e o espaço em que estás agora. Para que respires. Para que te (in)definas. 
Para que sejas capaz de olhar mais fundo e mais longe do que aquilo a que te habituaste, e percebas, de uma vez por todas, que a vida à superfície encerra muito mais do que aquilo que os teus olhos conseguem ver.

 




Sexta-feira, 22.06.12

Tenho saudades do tempo em que as palavras me saíam como chuva em dias cinzentos. Do tempo em que olhava para fora e os olhos se perdiam no espaço, sem me preocupar com o tempo e o caminho que demorava para regressar.

Saudades desses dias, dos dias bons, em que o vermelho sabia a cerejas e o azul não era mais que a cor mais bonita do mundo. Do tempo em que ainda faltava tempo, em que o relógio era um adereço que eu não usava e os livros - mais do que trazerem as letras dos outros - se enchiam das minhas letras e das minhas próprias histórias.

Saudade infinita desses tempos. Quando pensava "e se?" e me divertia com a ideia de que, se me apetecesse, podia virar à direita ou à esquerda e seguir por uma estrada que não tinha escolhido. Saudade do imprevisto? Não. Saudade da possibilidade. Da possibilidade de poder ser, de poder experimentar, da sensação de poder descobrir o que já todos tinham descoberto mas que eu - na entrada daquilo que é possível - sabia que ainda me faltava conhecer.

Nada me prende. Nada me constrange. Nada me ata.

Falta-me apenas a força. E sobra-me a saudade.




Terça-feira, 05.06.12

 - Gostas de mim?

- Sabes que sim.

- Porquê?

 

Ah, este nosso hábito de classificar, codificar e avaliar tudo em palavras. As coisas - objectos, sentimentos, criaturas - só existem quando uma designação lhes é dada, como se as coisas e os objectos e os sentimentos se resumissem e definissem pelas letras que compõem o seu nome.

Precisamos de explicação para tudo. Tudo tem de ter uma razão, um sentido, analisado com um método. Um "sim" não nos basta, e um "não" tem de ter um porquê. Aquilo que não conhecemos perturba-nos, aquilo que não sabemos como definir tira-nos o equilíbrio.

Precisamos de estabelecer uma relação entre isto e aquilo, saber onde tudo fica, para que o cérebro - que se habituou à lógica e à matemática e à razão que o coração desconhece - compreenda, perceba, classifique, para que assim tudo faça sentido. 

 

E dizemos que é amizade ou mais que isso, que é amor ou menos um pouco, que é paixão mas não tão quente quanto. E isso cansa. E como acreditamos - pela experiência que achamos ter - que as palavras perdem o sentido quando as dizemos muitas vezes (experimentem dizer céu vezes sem conta, e perceberão o que quero dizer com isto), evitamos repeti-las e guardamos, para quando e quem merece, aquelas (palavras) que nos são caras.

Ou então codificamos. E o amor é filial, ou paternal, ou conjugal. E temos melhores amigos, e amigos de ocasião. E tentamos - nesta ânsia insana de designar e codificar tudo - criar escalas de valores para, num olhar mais ou menos demorado, sermos capazes de perceber onde nos encontramos. Onde colocamos o outro relativamente aos outros. Onde fica aquilo que sentimos e que, ainda não sendo amor, também já não é amizade.

 

- Gostas de mim?

- Sim.

 

Desta vez não perguntei porquê. E assim fiquei feliz.

 

 




Segunda-feira, 14.05.12

O meu amor não me completa: não encontro nele a metade que me falta, nem tenho nele a fonte daquilo que preciso para ser.

O meu amor não me dá respostas. Não me indica o caminho quando me perco, nem me ajuda a avançar quando estou cansada no corpo e na alma.

O meu amor não gosta do que eu gosto. Não vê as coisas como eu vejo, nem se emociona com o que me faz vibrar.

O meu amor não ri das mesmas coisas que eu rio. Não me elogia quando me sinto em baixo, nem me traz de volta quando vê que estou a perder o chão.

O meu amor não é assim, como dizem que os amores devem ser.

 

O meu amor...

 

O meu amor aceita-me. Dá-me alma. Não tenta fazer de mim aquilo que não sou. Ajuda-me - no silêncio sábio e cúmplice - a tomar o rumo que sei (que sempre soube) ser o certo. Respeita o meu bom e o meu mau. Acolhe-me quando preciso de abrigo. Consola-me. E sorri por me ver feliz.

 

O meu amor pode não ser feito daquilo que (dizem) os amores devem ser. Mas é o meu amor.

e eu só desejo que seja assim para sempre.




Quinta-feira, 03.05.12

 

O António falava, como poucos o souberam fazer antes ou depois, deste estado que nos enrola e se enrola no peito e traz, aos dedos e aos lábios, a vontade de fazer algo que ainda não sabemos bem o que é. Uma vontade de olhar para o lado, de tentar ser super-homem e ver mais além do que as paredes e as nuvens que nos limitam o horizonte.

Inquietude.

Começa no peito, não é? Assim como uma coisa. Orgânica. Feita de vontades e desejos daquilo que ainda não se sabe mas que já se sente.

E depois passa para os ombros. Gosta das curvas, a inquietude (talvez seja por isso que nós, mulheres, somos mais inquietas e inconstantes que os homens: amamos a curva e a descida súbita, como se - na vertigem da curva e da descida - conseguíssemos gritar aquilo que nos consome).

E passamos a mão pelo cabelo, e detemos os dedos no pescoço (como a carícia que desejamos não sabemos de quem), e mordemos os lábios por dentro enquanto o nosso rosto - e o nosso corpo - se mantém sossegado escondendo, nesse sossego, a agitação que sentimos por dentro.

Agitação. É isso. 

Será?

(cerro as mãos com força. nunca, mas nunca, deixarei que a inquietude que me arde passe para as teclas que tenho debaixo dos dedos)

Respiro fundo. Respiramos. Respiremos, portanto.

E elevemos os olhos com a tranquilidade que sabemos ter quando é preciso, e respondamos com sorrisos, e sejamos afáveis e cordiais.

A inquietude, essa - aquela que se enrola no peito na vontade de fazer ainda não se sabe o quê - fica. Sempre. Como o segredo que guardamos e que nos faz, a nós mulheres, ser diferentes de todos os outros.

 

 

(David Fonseca. um outro inquieto. aposto)




Segunda-feira, 30.04.12

Neste final de mês de Abril, deste Abril frio e chuvoso, perdemos dois miguéis. Um na semana passada, outro – se calhar – hoje.

O primeiro um grande político (dizem aqueles que o seguiam), um grande homem (dizem aqueles que o admiram), um grande filho e um grande irmão (dizem aqueles que o amam). O segundo, um marido que – aos poucos, como acontece com o melhor do bem e o pior do mal – vai sofrendo, nos dias e no coração, a dor de poder perder a mulher que ama.

 

Não há palavras – ainda que eles o tenham tentado – capazes de descrever o vazio que fica quando o nosso amor se vai. Não há letras suficientes, nem frases mais ou menos compostas, que possam dizer – a quem não sabe – o que significa perder alguém a quem se quer bem. Ou se sabe, ou não. Tão simples quanto isto.

Uns e outro terão de aprender a viver com a saudade fácil, e a difícil. A fácil, revelar-se-á nas lágrimas e nos sorrisos que a recordação do outro (que se foi) traz quando se a chama. A difícil… essa é a pior. É a saudade daquilo que não chegou a acontecer, dos encontros que não se fizeram, dos abraços que não se trocaram, das mãos que não se apertaram, porque a vida fez outros planos e não deixou que os planos e as vidas fossem aquilo que deveriam ser. É a saudade mais dolorosa. A saudade que aparece quando menos se espera, quando já se pensava que estava tudo em paz, quando – naquele momento mais ou menos forte, mais ou menos frágil – se sente e sabe que o outro alguém deveria estar ali.

 

Numa noite igual a esta, há muitos anos atrás, perdi um amigo.

E (depois de tanto tempo passado, neste final de mês de Abril) continuo a ter saudades das pessoas que devíamos ser hoje.

 

 

 *um post actualizado. felizmente :)


Arquivado em: ,


Terça-feira, 10.04.12

Há pouco, no Facebook, um amigo ("amigo/amigo", não "amigo/friend") publicou o link para um post onde fala sobre um dos filmes mais bonitos e delicados que já vi: Malèna, de Giuseppe Tornatore. Como ele diz, e bem, há mais beleza no filme do que aquela que é evidente aos olhos: tem Monica Bellucci, sim, mas tem mais do que isso. Tem comunidade, tem sociedade, tem preconceito, tem ascensão e queda, tem vida - tem tudo.

Na semana passada, nas limpezas da Páscoa com cheiro a Pronto Reparador, arrumei livros que já li e já não leio mas que, de uma forma ou de outra, fazem parte daquilo que me fez ser. E, numa consulta que não demorou mais do que um folhear de páginas - porque os livros que se conhecem são como parte de nós, e sabemos, em segundos, onde encontrar o que de nós é - encontrei frases e linhas que são, na verdade, mensagens maiores que as palavras que as compõem.

 

"- Se eu ordenasse a um general que voasse de flor em flor como as borboletas, ou que escrevesse uma tragédia, ou que se transformasse em gaivota e se o general não executasse a ordem recebida, de quem era a culpa? Minha ou dele?

- Era Vossa - respondeu firmemente o principezinho.

- Pois era. Só se pode exigir a uma pessoa o que essa pessoa pode dar - prosseguiu o rei. - A autoridade baseia-se nisso"

Antoine de Saint-Exupéry, O principezinho

 

Muitas vezes somos nós o nosso próprio inimigo. Exigimos demasiado, projetamos em nós (todas) as forças dos outros, como se (todas) as forças dos outros se pudessem reunir, sem conflito nem dor, dentro de uma só pessoa. Querer ser mais é a força impulsionadora para crescer. E admitir que o impossível existe é o princípio para se saber ser mais naquilo que se é.

 

 

 

J.R.R. Tolkien, As duas torres

 

Na vida, diferentes pessoas têm diferentes objectivos e diferentes caminhos a percorrer. Os sentimentos, quando os há, valem pelo valor que têm - muito, ou pouco, dependendo da força com que os alimentamos. As amizades, como os amores e as lealdades, não são mais verdadeiras só porque são mútuas, nem mais falsas porque só têm um sentido. São percursos, estradas, paths que nos levam de um ponto ao outro da nossa existência. E só isso basta para as tornar reais.

 

 

 

Antoine de Saint-Exupéry, O principezinho

 

Copo meio cheio, meio vazio, estrelas a rir ou a chorar, tudo depende não (só) do nosso ponto de vista mas da forma como vemos as coisas. Como e onde nos focamos. Aquilo a que damos importância. A mesma tarefa, o mesmo projeto, a mesma empreitada, podem ser grandes ou pequenas, alcançáveis ou impossíveis - tudo depende da forma como decidimos olhar para ela, da lente da alma que decidimos colocar à frente do coração. 

 

 

 

"- Só me pôs nos Gryfindor - disse Harry numa voz débil - porque eu pedi para não ir para os Slytherin.

- Exacto - disse Dumbledore a sorrir - E isso torna-te muito diferente de Tom Riddle. São as tuas escolhas, Harry, mais do que as tuas capacidades, que mostram quem de facto és."

 

J.K. Rowling, Harry Potter e a Câmara dos Segredos

 

:)

 Dizem que todos nascemos iguais. Dizem que todos temos as mesmas oportunidades. Dizem que todos podemos escolher.

Todos somos tudo... a diferença está na forma como, sendo e podendo ser tudo, queremos ser grandes naquilo que nos faz ser únicos.




Segunda-feira, 19.03.12

 ... posso falar da minha mãe?

 

Todos nós temos (espero) memórias de infância em que o nosso pai brinca connosco, nos ensina a andar de bicicleta, nos ajuda a subir às árvores ou nos empurra quando andamos de baloiço. Todos nós temos memória do passeio que demos com o nosso pai, da forma como ele nos segurou na mão quando estivemos tristes, na maneira como, quando doentes, passava dia e noite ao nosso lado.

Eu não tenho :). Se procurar bem fundo nas memórias da minha infância, quem esteve presente foi a mãe. Foi a mãe quem ensinou a andar, foi com a mãe que aprendi as primeiras palavras (dizem), foi com a minha mão na sua que atravessei pela primeira vez os portões da escola. Foi a minha mãe que me apoiou, no que sabia, quando precisei de ajuda nos trabalhos de casa. Foi ela quem foi às reuniões da escola, foi ela quem me disse para não fazer o que os outros faziam "só porque sim", foi ela quem me falou das coisas da vida.

Foi com ela que falei do meu primeiro amor, foi a ela que contei que gostava de alguém mais do que de mim, foi ela quem soube - primeiro - que eu ia ser mãe.

 

Nos momentos mais marcantes, nos mais felizes e nos mais pesados, foi a minha mãe que esteve lá. Sempre. Presente. Incansável. 

O meu pai? Trabalhava, em turnos, passando pouco tempo connosco porque o trabalho era exigente e alguém - como diz o povo - tinha de por o comer na mesa. O meu pai saía de casa ora às sete, ora às três, ora onze da  noite - dependendo do horário. Não estava connosco aos feriados, não passou connosco todas as consoadas.

E eu amo-o por isso.

 

Porque, se tenho hoje estas recordações quentes e felizes da minha infância, é porque ele escolheu trabalhar para que a minha mãe pudesse ficar connosco. Por causa dele, do sacrifício dele - que hoje se reflete num estado de saúde que não é perfeito - foi possível a minha mãe ensinar-me a ler. Ensinar-me a falar. Ir às reuniões, ajudar nos trabalhos de casa.

Por causa dele, e das escolhas deles, pude contar à minha mãe sobre o meu primeiro amor. E sobre o último, que ainda é o de hoje. Em vez de chorar no colo de um amigo chorei no colo dela. E cresci, ao longo de toda a minha vida, numa casa cheia de gente e de amor.

 

Há quem diga que há pais ausentes, e até posso acreditar que sim - cada vida é uma vida, cada pessoa é uma pessoa. Há quem diga que há pais que passam o dia no trabalho, compensando os filhos de prendas quando eles só queriam amor.

Pode ser... mas foi a escolha do meu pai - de trabalhar por dois, fora de casa, para que os filhos não tivessem de crescer separados - que tornou possível a família que temos hoje, que criou o chão para que nós pudéssemos crescer.

Na sua ausência, esteve sempre presente. E isto é bom :) 




Quinta-feira, 15.03.12

Desde que me meti nestas coisas de mestrado e doutoramento que sempre me senti um passo atrás relativamente a todos os meus colegas. Na sua maioria professores (do ensino básico, secundário ou superior), sabiam de trás para a frente aquelas coisas dos estádios de desenvolvimento, e falavam, sabendo do assunto, de como uma criança aprende manipulando objetos, e formas, como aprende pela repetição ou pela interação com os outros.

Eles falavam, eu ouvia e tomava notas. E, depois, quando chegava a casa, ia procurar saber mais sobre aquilo que - para mim - eram as bases de qualquer coisa que dissesse respeito à educação. Mas depois esquecia-me, porque aquilo que tentamos aprender porque achamos que precisamos de saber fica (tenho a certeza) guardado na memória de curto prazo e, como os peixinhos, basta duas voltas ao aquário para tudo se desvanecer.

E pronto. Tal como a data de aniversário da minha mãe (que por muito que me esforce nunca sei se é a 10 ou 14 de Outubro), há coisas que não fixo nem à martelada e acabei por me habituar a, de cada vez que o tema vinha à baila, ir procurar os papéis onde tinha anotado o significado das coisa.

 

Mas depois veio a Mariana :). Para quem não sabe - há ainda quem não saiba? :P - a Mariana é a minha grande obra, o meu projeto maior que o mestrado e o doutoramento, a minha mini-me. E, com ela, percebi que estas coisas dos estádios e das aprendizagens não são um bicho de sete cabeças, e que o aprender - a manipular, a falar, a comunicar - é tão natural como comer uma laranja: suja, pode ser doce ou amargo, mas sabe e faz sempre bem.

E que, mais importante que saber tudo isto, é poder ver tudo isto; ver uma criança crescer; ver que há coisas que têm de ser ensinadas - como as cores, que ela já sabe =)  -  e há coisas que se aprendem e apreendem naturalmente - como encaixar cubos uns nos outros, ou ordenar objetos do maior para o mais pequeno.

 

Tudo isto não significa que desvalorize as coisas dos estádios e do desenvolvimento, ou que tenha desistido de saber mais sobre o assunto. Pelo contrário, interessa-me cada vez mais!

Mas, tal como quem tira as fotos nos passeios acaba, na maior parte das vezes, por registar pedaços e não aproveitar o todo, decidi que (pelo menos para já) me vou deixar de ler sobre os detalhes crescimento e cognição... e dedicar-me ao verdadeiro "trabalho de campo" :) .




Sobre mim
Agosto 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


Artigos recentes

Das férias

A vida à superfície

Saudades

Questão de investigação

Sobre o (meu) amor

Inquietudes

A história de dois Miguéi...

O que podemos aprender co...

Hoje que é dia do pai...

sobre aprender

Arquivo

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Março 2011

Janeiro 2011

Novembro 2010

Outubro 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Arquivado em

a idade pesa

a melhor coisa do mundo

acreditar

adeus :)

ambientes online

amigos

amor

ano novo

aprender

assim vale a pena

boyd

cetac

chuva

coisas minhas

coisas soltas

context

contexto

cv

d'a caixa

definir prioridades

dia do pai

domingo

doze

e andamos nós a criar uma filha para ist

ece1

ece11

educação

facebook

férias

festival da canção

futebol

gene kelly

homens da luta

identidade

identity

if/then

jonsi

leituras

livros

lurking

maio

mariana

metas

mmed

mundanças

música

networking

obvious

outono

palco

pele

percursos

phd

ple_sou

prensky

problemas

quarta-feira

quinta-feira

rede

reflexões

sapocampus

segunda-feira

servidor blogs.ca.ua.pt

sexta-feira

som

sono

sportv

stress deadlines going_nuts

tela em branco

televisão

tempo

terça-feira

tese

twitter

univercidade

todas as tags

links
participar

participe neste blog

find me on twitter:
http://qrcode.kaywa.com/img.php?s=6&d=http%3A%2F%2Ftwitter.com%2F%23%21%2Fmaresta
blogs SAPO
subscrever feeds